Enquanto o conjunto de córneas, intimida, encara, dialoga, repudia...
o coração questiona, o porque, de fato, aquele 'verme' me exclui tanto.
Não, moço, ninguém exclui.
São seus olhos, minha fraqueza.
Esses olhos de quem tem algo a dizer, mas espera o momento certo.
Esses olhos de quem sabe quem tem o poder, mas espera o momento certo.
Esses olhos de quem sabe a quem atingir, mas... talvez, não espera o momento certo.
Me atingiu antes da hora,
e foi nessa hora, que o meu conjunto de olhos resolveu cair fora.
São, também, os meus olhos, minha fraqueza.
Esses olhos de quem muito observa e precipita informação.
Esses olhos de quem tenta antes de qualquer contato, estabilizar-se ao ambiente.
Esses olhos de quem não consegue se fixar a olhos tão cuidadosos de quem sabem como agir.
Entendeu? São seus olhos.
se você está lendo isso por acasos da internet, seja bem vindx! se você está aqui por indicação de alguém, me conta. se a indicação é minha, sinta-se especial!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
O moço da capa preta
É oficial, me faz bem quando a pitada de drama e exagero,
que dele se originam, aparecem na conversa.
É claro que não está tão frio quanto parece,
e nem estamos tão atrasados quanto se diz,
eu sei que é dificil esperar até que todos os pratos do almoço estejam limpos.
E também sei que por debaixo daquela capa, bate um coração carinhoso, e cheio de afeto.
Pode ser que um dia,
o vento que bate do norte, do sul, do leste ou do sudoeste,
faça com que a capa se balance e arranque um risinho de felicidade,
do rosto dono daqueles olhos negros e sinceros.
Moço da capa preta, por favor, sorria, seu sorriso me faz bem, também!
[leia com voz de fumante]
"eu não quero me desprender de você, não, viu, ô muleque"
que dele se originam, aparecem na conversa.
É claro que não está tão frio quanto parece,
e nem estamos tão atrasados quanto se diz,
eu sei que é dificil esperar até que todos os pratos do almoço estejam limpos.
E também sei que por debaixo daquela capa, bate um coração carinhoso, e cheio de afeto.
Pode ser que um dia,
o vento que bate do norte, do sul, do leste ou do sudoeste,
faça com que a capa se balance e arranque um risinho de felicidade,
do rosto dono daqueles olhos negros e sinceros.
Moço da capa preta, por favor, sorria, seu sorriso me faz bem, também!
[leia com voz de fumante]
"eu não quero me desprender de você, não, viu, ô muleque"
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