Prometo comportar.
Sorriu.
Eu sei, é simpatia, eu sei, é simpatia.
Cumprimentou. Nada mais educado a fazer.
Pegou as cervejas. Está com vontade de beber.
A outra é pra mim. É legal, eu sei que é legal.
Um brinde.
Saúde. Paz. Alegria. Amor...
... não, amor não. É só simpatia.
Preciso parar,
controlar,
educar.
Essa mania de me apaixonar com cada gesto legal.
Está tudo errado.
Se controla.
se você está lendo isso por acasos da internet, seja bem vindx! se você está aqui por indicação de alguém, me conta. se a indicação é minha, sinta-se especial!
sábado, 30 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
meu neném...
Ela, sorri de longe,
e de perto me faz sorrir.
De perto, é meu neném,
de longe,é minha mãe,
a me vigiar cada passo inseguro que eu possa dar.
De longe parece que, desatenta me esqueceu,
de perto tem o carinho infinito, e os afagos doces cheios de amor pra dar.
De perto, me xinga, corrije e aconselha,
de longe, me encara com os olhos matadores de uma ariana que sabe o que está fazendo.
De longe, me ama
de perto, nos amamos.
E é nessa distância, menos longe do que perto,
menos perto que fica longe, que vamos nos completando.
Sendo longe, o princípio,
Perto do meio,
e longe do fim..
te amo.
e de perto me faz sorrir.
De perto, é meu neném,
de longe,é minha mãe,
a me vigiar cada passo inseguro que eu possa dar.
De longe parece que, desatenta me esqueceu,
de perto tem o carinho infinito, e os afagos doces cheios de amor pra dar.
De perto, me xinga, corrije e aconselha,
de longe, me encara com os olhos matadores de uma ariana que sabe o que está fazendo.
De longe, me ama
de perto, nos amamos.
E é nessa distância, menos longe do que perto,
menos perto que fica longe, que vamos nos completando.
Sendo longe, o princípio,
Perto do meio,
e longe do fim..
te amo.
quarta-feira, 20 de março de 2013
da tela ao reino animalia
a pintura viva, numa tela ambulante,
transparece um sapo a procura de um sorriso.
Não um beijo, um sorriso.
Uma princesa, trancada em seu quarto e em sentimentos,
pinta uma tela que, vez ou outra,
se diz não querer moldurar.
Apreensiva, cuidadosa,
receosa de que o príncipe seja apenas mais um sapo,
não se entrega,
foge,
desvia o olhar,
segura o riso.
Riso, que em vez de beijo, tornaria do sapo um príncipe.
Chegou-se a hora, passou-se a hora,
e o sapo continua sapo, a princesa continua princesa,
se pintam ou se procuram ainda um grande beijo,
digo um sorriso,sei não,
mas carregam dentro de si uma ciência que os une.
Saudade princesa!
transparece um sapo a procura de um sorriso.
Não um beijo, um sorriso.
Uma princesa, trancada em seu quarto e em sentimentos,
pinta uma tela que, vez ou outra,
se diz não querer moldurar.
Apreensiva, cuidadosa,
receosa de que o príncipe seja apenas mais um sapo,
não se entrega,
foge,
desvia o olhar,
segura o riso.
Riso, que em vez de beijo, tornaria do sapo um príncipe.
Chegou-se a hora, passou-se a hora,
e o sapo continua sapo, a princesa continua princesa,
se pintam ou se procuram ainda um grande beijo,
digo um sorriso,sei não,
mas carregam dentro de si uma ciência que os une.
Saudade princesa!
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