quinta-feira, 30 de maio de 2013

Só rir, para não só ver!

Se acalme!
Mas está longe! ou não?!
Eu diria, que há apenas uma distancia equivalente a qual não posso,
 nem ao menos, poder tocar!
E é num guardanapo da boemia que sofro pela ausência
de uma presência que nunca mais chegou!
[e que me dê licência, a poesia]

Ah, aquele sorriso, o mesmo encantador, que me faz sorrir.
Só rir, e tentar não ver.
E se ver,
só rir,
para não só, ver!
São murmúrios habituados a lamentos distantes
como se perdesse algo que,
nem de longe sonhando
ganhei.
Essa é minha sina.
Ganhar, ganhar, ganhar, sorrir...
e nadar longe da praia.

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