Seus olhos perderam a noção do perigo.
Tudo agora parece mais fácil
Invertemos as posições, fato.
Agora você finge ser eu, e eu garanto a frente como você.
Garanto que você, assim como eu no antes
se confundiu e errou tudinho igual a mim no depois, que agora sou você no passado.
Eu fazia tudo errado, e não tinha preguiça de tentar consertar,
e lá vai você, sendo eu, e ouvindo a si mesmo ser xingada
por quem você foi há alguns dias, mas no passado nem pensava que iria se atrapalhar.
E eu dando cabeçada na vida, esperando ouvir de mim mesmo,
no futuro, o que eu não diria pra você no passado.
Assim vamos nós, sendo sujeito, predicado, e prejudicado.
Voltando no passado, repetindo no futuro, mas sem parar de conjugar o presente.
Além de que você, hoje eu, no passado talvez nós dois.
Ainda há de dar muita risada disso tudo.
Até lá, seja eu, seja você, sejamos nós, os melhores e mais confusos amigos do mundo!
Te amo, Verme.
se você está lendo isso por acasos da internet, seja bem vindx! se você está aqui por indicação de alguém, me conta. se a indicação é minha, sinta-se especial!
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
vai entender.
Tão eu!
Tão não sei o que quero.
Tão tão distante...
Distante do entendimento, talvez desde o nascimento,
Nascimento não sei se do ódio ou do amor.
Saudade! Solidão.
É isso... as palavras não precisam se ligar.
Nada aqui faz sentido.
Se quero não posso, se posso não tenho, se tenho não gosto.
É muito sentimento e pouco contato.
Desato de nós, os nós que amarravam a confusão.
Confesso confuso, que não sei onde quero chegar.
Tão eu.
Talvez tão nada.
Do nada, tão tudo.
e você que dizia, que nada aqui era pra você.
aqui está o primeiro, embora não pra você... por você!
Tão não sei o que quero.
Tão tão distante...
Distante do entendimento, talvez desde o nascimento,
Nascimento não sei se do ódio ou do amor.
Saudade! Solidão.
É isso... as palavras não precisam se ligar.
Nada aqui faz sentido.
Se quero não posso, se posso não tenho, se tenho não gosto.
É muito sentimento e pouco contato.
Desato de nós, os nós que amarravam a confusão.
Confesso confuso, que não sei onde quero chegar.
Tão eu.
Talvez tão nada.
Do nada, tão tudo.
e você que dizia, que nada aqui era pra você.
aqui está o primeiro, embora não pra você... por você!
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