segunda-feira, 16 de março de 2015

(des)apropriar

Preciso perder essa mania de ter,
querer ter, sonhar ter e não ter!

Preciso aceitar a perda, e
fantasiar o próximo
esquecer o passado
e deixar acontecer o presente!

Eu sei que não é meu,
pode ser que não seria,
mas já que 'quase', que quase fique!

Não permitas que eu chegue
e, se eu chegar, que não me acomode,
e, se acomodar, que tenha certeza!

A indiferença destrói
o amor corrói
e o futuro se perde nos sonhos e nas peripécias que o destino nos prega.

Destino de quem se entrega, é puro e simplesmente consequência de seus atos!

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