Texto tirado de:
http://precisavaescrever.com.br/aquela-data/
"Hoje pela manhã olhei o calendário e lá estava ela mais uma vez. Aquela data. Uma vez por mês isso acontece e aquele número que me acerta como uma flecha. Sei que para maioria das pessoas não passa de uma data qualquer, mas para mim já significou muito. Hoje costumava ser o nosso dia. Era sempre algo muito especial, mas o silêncio do celular pela manhã me joga na cara a realidade de que esse não passará de um dia normal. Um almoço solitário e um jantar sentado no sofá da sala. Ninguém para mandar flores e nem para buscar no cair da noite. No lugar disso um dia inteiro relembrando a sua rotina e tentando imaginar onde você estaria a cada momento. No fundo sei que não passa de um número bobo em uma folha de papel e que isso não deveria mais mexer tanto comigo, mas a saudade é um imposto que a vida cobra de quem foi muito feliz por um instante. Então me liberto e me permito relembrar: do seu sorriso, do seu perfume, da sua covinha e da forma como os seus olhos brilhavam quando encontravam os meus. Já que é impossível não pensar, tento te transformar em uma lembrança que não seja dolorosa. Lembro-me dos nossos dias juntos e o quanto você me fazia bem. Tento imaginar como seria esse dia se ainda estivesse comigo. Como foi mesmo que chegamos até aqui? Onde foi que o amor que eu imaginava ser para a vida toda se tornou uma triste lembrança de calendário? Acho que nunca conseguirei olhar para essa data como faço com todas as outras. Aquele número ali parece sempre me encarar e dizer: “não era para ser assim”, “não era esse o plano”. Será mesmo? O que eu sei é que amanhã o número será outro, e então terei um mês até que aconteça novamente. O que me resta é suportar essas vinte quatro horas de lembranças. Um dia inteiro para lembrar aquilo que fico outros vinte nove fingindo que esqueci."
se você está lendo isso por acasos da internet, seja bem vindx! se você está aqui por indicação de alguém, me conta. se a indicação é minha, sinta-se especial!
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
essa minha 'monomania'
é essa mania de ser só assim que me destrói cada dia mais.
Essa de ser sempre intenso, e se entregar pras coisas do coração,
um dia vão me afogar nessa história de mergulho profundo.
é essa mania de falar demais que vai me fazer calado por um bom tempo.
Não saber o que as pessoas querem ouvir,
ainda vai me trair enquanto falo o que quero que elas ouçam.
é essa mania de querer ouvir demais, que vai me ensurdecer.
E talvez não acreditar mais naqueles que falam a verdade.
Nem sempre a verdade, é o que menos dói no conselho.
é essa mania de querer olhar só pra uma pessoa, que um dia vai me cegar.
O brilhos dos meus olhos se perderam enquanto procurava o brilho dos seus.
Essa alegria desviada quando os nossos se encontram ainda me fazem muito bem.
é essa mania de me prender em datas, que me deixou assim o dia todo:
Acordar sem saber pra quem dar o 'Bom Dia'.
Esperar por uma surpresa na volta de cada ida que eu dava.
Tentar organizar na minha cabeça, nossos momentos juntos que
acabei me esbarrando em sonho e em lembrança em cada momento desse dia.
Sonhar pelos próximos 5 meses, e realizar que o dia seja mesmo especial.
(igual aquela música que te pedi pra ouvir)
Esperar o dia todo, por sua batida na porta de minha casa hoje,
por mais angustiante que tenha sido, foi gostosa a sensação de ter que
esperar pra te escrever
quando eu tivesse certeza que não teriam mais chances de você aparecer.
É essa minha 'monomania'...
De imaginar se você de fato leu o que escrevi, e lembrou que não me esqueci de nós.
aliás: quem é que vai gostar de ler cada novidade do blog sobre uma pessoa só?
E agora só posso sonhar, esperar, imaginar, tentar acreditar, imaginar como seria seu sorriso... nesse momento. (ou não)
E dizer só mais um pouquinho, que te amo muito
nunca vou deixar de acreditar em nós!
Até breve.
E que o nosso nós, nunca deixe de ser assim um plural de dois, num sentimento singular de um!
Trilha sonora:
https://www.youtube.com/watch?v=9alQmccslVM
https://www.youtube.com/watch?v=y0wzDTutlmE
https://www.youtube.com/watch?v=Lu_wwks1Eig
Essa de ser sempre intenso, e se entregar pras coisas do coração,
um dia vão me afogar nessa história de mergulho profundo.
é essa mania de falar demais que vai me fazer calado por um bom tempo.
Não saber o que as pessoas querem ouvir,
ainda vai me trair enquanto falo o que quero que elas ouçam.
é essa mania de querer ouvir demais, que vai me ensurdecer.
E talvez não acreditar mais naqueles que falam a verdade.
Nem sempre a verdade, é o que menos dói no conselho.
é essa mania de querer olhar só pra uma pessoa, que um dia vai me cegar.
O brilhos dos meus olhos se perderam enquanto procurava o brilho dos seus.
Essa alegria desviada quando os nossos se encontram ainda me fazem muito bem.
é essa mania de me prender em datas, que me deixou assim o dia todo:
Acordar sem saber pra quem dar o 'Bom Dia'.
Esperar por uma surpresa na volta de cada ida que eu dava.
Tentar organizar na minha cabeça, nossos momentos juntos que
acabei me esbarrando em sonho e em lembrança em cada momento desse dia.
Sonhar pelos próximos 5 meses, e realizar que o dia seja mesmo especial.
(igual aquela música que te pedi pra ouvir)
Esperar o dia todo, por sua batida na porta de minha casa hoje,
por mais angustiante que tenha sido, foi gostosa a sensação de ter que
esperar pra te escrever
quando eu tivesse certeza que não teriam mais chances de você aparecer.
É essa minha 'monomania'...
De imaginar se você de fato leu o que escrevi, e lembrou que não me esqueci de nós.
aliás: quem é que vai gostar de ler cada novidade do blog sobre uma pessoa só?
E agora só posso sonhar, esperar, imaginar, tentar acreditar, imaginar como seria seu sorriso... nesse momento. (ou não)
E dizer só mais um pouquinho, que te amo muito
nunca vou deixar de acreditar em nós!
Até breve.
E que o nosso nós, nunca deixe de ser assim um plural de dois, num sentimento singular de um!
Trilha sonora:
https://www.youtube.com/watch?v=9alQmccslVM
https://www.youtube.com/watch?v=y0wzDTutlmE
https://www.youtube.com/watch?v=Lu_wwks1Eig
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
um abraço de 30 segundos
01 é a conta certa
02 ter você assim
03 juntinho, coladinho,
04 perdidamente encontrado
05 dentro do meu abraço.
06 esse abraço que parece cópia
07 mas é só desculpa pra
08 contando os segundos
09 que ele não acabe,
10 e me torne infinito
11 perto de você...
12 por essas horas
13 já estamos começando a perder as contas
14 nossas respirações já se encontraram
15 no meio,
16 e aproximando do fim do contrato
17 já paramos de pensar no tempo
18 agora só o silêncio fala por nós,
19 na cabeça a vontade de que não acabe o tempo
20 ou talvez que acabe logo
21 agora a contagem é regressiva
22 nossos braços já pesaram a dor da saudade
23 seu cheiro me arrepia
24 saber que está tão perto
25 me faz sorrir por ter chegado tão longe
26 nosso riso em silêncio, me apaixona
27 mesmo sabendo que em segundos
28 minhas lágrimas não secarão
29 uma hora o tempo acaba
29 e a gente tenta prolongar
29 e abraçar só mais um pouquinho
29 mas é hora de soltar
29 nosso tempo acabou
...
30 obrigado por isso tudo, até breve!
te amo!
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
você é escritor?
NÃO SEI!
É assim que vou responder, não sei!
Eu nunca tenho coragem de logo de cara, dizer que escrevo.
Isso cria na visão crítica de cada pessoa, a ilusão de que eu sou um desses 'fodões' que sempre vão tocar no fundo do nosso âmago e nos remeter à várias lições de moral, e mudar nossa visão de mundo.
(na verdade, eu nem sei onde fica o âmago)
Eu só escrevo, porque sei que se fosse pra falar eu nunca teria coragem de o fazer pessoalmente, sendo que a maioria dos meus escritos têm um motivo sentimental inspirador.
(outra coisa que não sei, são as diferenças dos 'porquês')
Escrevo pra ter coragem de ler depois, e talvez mostrar pra alguém o quão confuso e sentimental, eu sou/estou por dentro. Mesmo que uma máscara de piadas e sorrisos estampem meu rosto, o desalinho das ideias estão completamente embaraçados dentro disso que chamaram um dia de coração.
(ah, eu também tenho mania de inventar palavras)
Eu não sei se sou escritor, e não quero que digam que não sou.
Eu não quero me dizer escritor, e não quero que digam que eu seja.
(eu nem sei, na verdade, onde quero chegar)
Eu só quero escrever, expor e botar pra fora essa angústia e vontade de gritar; essas dores, esses amores, esses desamores e esses valores que eu sei que tenho, e que o outro traz pra mim.
Cada texto na sua forma, cada sentimento na sua poesia, cada desejo na sua indireta, cada tristeza na sua falta de coragem, e sendo assim... cada sonho em mim!
(então... eu nem sei mesmo o que é ser escritor!)
É assim que vou responder, não sei!
Eu nunca tenho coragem de logo de cara, dizer que escrevo.
Isso cria na visão crítica de cada pessoa, a ilusão de que eu sou um desses 'fodões' que sempre vão tocar no fundo do nosso âmago e nos remeter à várias lições de moral, e mudar nossa visão de mundo.
(na verdade, eu nem sei onde fica o âmago)
Eu só escrevo, porque sei que se fosse pra falar eu nunca teria coragem de o fazer pessoalmente, sendo que a maioria dos meus escritos têm um motivo sentimental inspirador.
(outra coisa que não sei, são as diferenças dos 'porquês')
Escrevo pra ter coragem de ler depois, e talvez mostrar pra alguém o quão confuso e sentimental, eu sou/estou por dentro. Mesmo que uma máscara de piadas e sorrisos estampem meu rosto, o desalinho das ideias estão completamente embaraçados dentro disso que chamaram um dia de coração.
(ah, eu também tenho mania de inventar palavras)
Eu não sei se sou escritor, e não quero que digam que não sou.
Eu não quero me dizer escritor, e não quero que digam que eu seja.
(eu nem sei, na verdade, onde quero chegar)
Eu só quero escrever, expor e botar pra fora essa angústia e vontade de gritar; essas dores, esses amores, esses desamores e esses valores que eu sei que tenho, e que o outro traz pra mim.
Cada texto na sua forma, cada sentimento na sua poesia, cada desejo na sua indireta, cada tristeza na sua falta de coragem, e sendo assim... cada sonho em mim!
(então... eu nem sei mesmo o que é ser escritor!)
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